Acidentes ambientais: O jogo sujo para manchar a reputação da Petrobras

Acidentes ambientais

O plano é simples: para vender a Petrobras, é preciso torná-la precária. Afina, quem defenderia uma estatal cheia de problemas?       Assim começaram os acidentes ambientais na história da empresa, como:

– Contaminação da bacia do Arroio Saldanha e dos Rios Barigui e Iguaçu (Paraná, 2000, governo FHC), por quatro milhões de litros de petróleo;

– Vazamento de 1,3 milhão de litros de óleo combustível na Baía de Guanabara (Rio de Janeiro, 2000, governo FHC);

– Vazamento de óleo e água na Refinaria Abreu e Lima (Rnest), no Complexo de Suape (Grande Recife, 2019, governo Bolsonaro);

– Trincas no casco de plataforma da empresa Modec (terceirizada) despejaram 6,6 mil litros de óleo, na Bacia de Campos (Rio de Janeiro, 2019, governo Bolsonaro);

– Trincas no casco da plataforma P53 despejaram 122 mil litros de óleo em Arraial do Cabo (Rio de Janeiro, 2019, governo Bolsonaro);

Eventos acontecidos em meio a processos de privatização da estatal. Coincidência?

Da esfera econômica à ambiental, a Petrobras tem recursos tecnológicas e estruturais para continuar atuando a serviço do Brasil. Sem jogo sujo.

Privatizá-la, para quê?

Ela é meio ambiente. É sustentabilidade.

 

Confira também Privatizar a Petrobras é roubar a força de nossa economia

 

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