Petrobras: quase 68 anos derrubando mentiras e afirmando-se como a maior empresa brasileira

Tanto os livros de história como os jornais da atualidade estampam em seus títulos e manchetes uma verdade inconveniente para os estrangeiros: a Petrobras foi e segue sendo a empresa estatal mais importante do Brasil, uma das dez maiores petrolíferas do mundo e a septuagésima maior empresa pública do planeta.

Não é à toa que durante seus quase 68 anos de existência, esta gigante segue derrubando mitos, mentiras e enfrentando as ameaças do poder econômico internacional e antinacional.

Em carta testamento, redigida no ano de seu suicídio em 1954, o ex-presidente Getúlio Vargas já afirmava: “…quis criar liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobrás e, mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma”.

O que o ex-presidente demonstrava era que os desafios, na forma de ataques ao patrimônio nacional, provocados pelas elites estrangeiras, eram intensos, sorrateiros e manifestados muitas vezes na forma de calúnia e difamação contra ele e contra a companhia.

Uma das afirmações mais clássicas, e consequentemente, um dos mitos mais fortes de nosso tempo envolvendo a petrolífera é o de que ela “está falida” ou em “processo de falência”. Ora, nada mais distante da realidade, já que, mesmo após sucessivos ataques midiáticos, a Petrobras atingiu, no ano de 2019, o maior lucro líquido anual de sua história: R$ 40,137 bilhões.

A empresa ainda demonstrou estar estabilizada também em um dos fatores mais conhecidos e utilizados na análise econômica e financeira: o índice de liquidez, flutuando na média de valor 1. Isto significa que o mercado financeiro tem confiança quanto ao pagamento de obrigações da estatal em um curto espaço de tempo.

Para facilitar a privatização (inteira ou em partes), a velha mídia (seguindo desejos econômicos de seus patrocinadores) e os setores oportunistas que representam interesses de quem pretende se apropriar das riquezas do Brasil tentam enganar a população para que as pessoas pensem a única saída é a privatização da Petrobras.

Eles falam como se o endividamento fosse irreversível.

O que eles não contam é que o “endividamento” de uma empresa, ainda mais uma gigantesca, é comum porque não significa que ela tem prejuízo. Nesses casos, é comum que as “dívidas” venham de novos investimentos feitos para gerar crescimento.

Na iniciativa privada isso é bastante comum também. Inclusive, muitas empresas avaliadas em dezenas de bilhões de dólares permanecem muitos anos “endividadas” até começarem a “dar lucro”.

Isso tem um nome: alavancagem financeira. É o uso de “endividamento” para alavancar (por isso o nome) o lucro de uma companhia, gerando também aumento de produção e de receita, como foi o que aconteceu com a Petrobras.

O argumento do governo de que é preciso pagar com urgência a “dívida” da Petrobras nada mais é do que uma mentira para que o governo brasileiro possa destinar o máximo possível de recursos para o sistema financeiro, no menor prazo possível. Afinal, é justamente dali que veio o ministro da Economia, Paulo Guedes, que pretende aproveitar para beneficiar os bancos enquanto durar o governo do qual faz parte.

Se alguém tem dúvidas de que essas e outras injúrias não acontecem de forma isolada, mas que juntas pretendem formar um quadro de catástrofe e pessimismo, para facilitar a narrativa de privatização da Petrobras, agora há mais.

A venda de ativos da companhia, a redução de investimentos, a alienação do petróleo do Pré-sal às potências internacionais é a demanda de interesses privados (das elites brasileiras ou do exterior).

Resta ao povo brasileiro impedir a entrega do patrimônio nacional, como fizemos no passado e durante a campanha ‘O Petróleo é nosso!’ nos anos 50.

A soberania nacional e a independência energética do Brasil estão acima de quaisquer mentiras.

 

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